Fechar Menu
iNotícia
  • Início
  • Nacional
  • Política
  • Mundo
  • Economia
  • Ciência e tecnologia
  • Empresas
  • Entretenimento
  • Saúde
  • Desporto
Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube
Conecte-se
  • Privacidade
  • Termos
  • Contato
Março 14, 2026
iNotícia
Mercados Newsletter
  • Início
  • Nacional
  • Política
  • Mundo
  • Economia
  • Ciência e tecnologia
  • Empresas
  • Entretenimento
  • Saúde
  • Desporto
iNotícia
  • Nacional
  • Política
  • Mundo
  • Economia
  • Ciência e tecnologia
  • Empresas
  • Entretenimento
  • Saúde
Início»Ciência e tecnologia
Ciência e tecnologia

Meteoro libera energia equivalente a bombas nucleares sobre a Rússia

Rogério FerreiraPor Rogério Ferreira15 Fevereiro 2026
Facebook Twitter WhatsApp Copiar Ligação Pinterest LinkedIn Tumblr E-mail Telegram

O meteoro de Chelyabinsk entrou para a história como um dos eventos astronômicos mais impactantes do século XXI. Na manhã de 15 de fevereiro de 2013, uma rocha espacial de aproximadamente 18 metros penetrou a atmosfera terrestre e explodiu sobre os Montes Urais, na Rússia, criando um espetáculo aterrorizante que foi testemunhado por milhares de moradores da região.

A explosão do meteoro foi estimada em cerca de 30 bombas nucleares antigas, tornando-se o maior impacto de um corpo celeste na Terra desde o incidente de Tunguska, ocorrido na Sibéria em 1908. O rastro de fumaça cortou o céu seguido por explosões que abalaram Chelyabinsk e seus arredores.

Impacto em Área Povoada

Diferentemente de eventos anteriores que ocorreram em regiões desabitadas, o meteoro de Chelyabinsk atingiu uma área densamente povoada. Embora nenhuma pessoa tenha sido atingida diretamente pelos fragmentos da rocha espacial, a onda de choque resultante causou danos materiais significativos em toda a região.

Mais de 1.500 pessoas ficaram feridas, segundo autoridades locais. A maioria das vítimas sofreu lesões causadas por estilhaços de vidro de janelas que se despedaçaram com a força da explosão atmosférica.

Descobertas Científicas sobre o Meteoro de Chelyabinsk

Nos meses e anos seguintes ao impacto, cientistas analisaram os fragmentos recuperados para compreender a origem e composição do objeto celeste. Uma questão central intrigava os pesquisadores: como uma rocha desse tamanho passou despercebida pelos sistemas de monitoramento espacial?

De acordo com Maria Gritsevich, pesquisadora da Universidade de Helsinque, o asteroide era particularmente difícil de detectar devido à sua coloração escura. Os estudos revelaram que a rocha havia sobrevivido a múltiplas colisões antigas no Sistema Solar.

Adicionalmente, esses impactos geraram calor e força suficientes para derreter o ferro presente no asteroide. O metal fundido infiltrou-se nas fissuras da rocha, escurecendo significativamente sua superfície e reduzindo sua capacidade de refletir luz solar.

Asteroides Escuros e os Desafios de Detecção

Enquanto a maioria dos asteroides rochosos reflete até 20% da luz solar, asteroides escuros como o de Chelyabinsk refletem apenas 5% ou menos da luminosidade que recebem. Essa característica funciona como uma camuflagem natural no espaço profundo, dificultando enormemente sua identificação prévia.

Os cerca de 100 fragmentos recuperados do meteoro mostraram grande diversidade em sua composição. Alguns eram completamente negros, outros apresentavam coloração clara, e vários exibiam uma mistura de ambas as características.

Implicações para a Defesa Planetária

O incidente serviu como um alerta global sobre a vulnerabilidade da humanidade diante de asteroides potencialmente perigosos. O evento impulsionou discussões internacionais sobre estratégias de defesa planetária e sistemas de detecção mais eficientes.

Apenas dois meses após a queda do meteoro em Chelyabinsk, a NASA anunciou planos para uma missão de captura e redirecionamento de asteroides para a órbita lunar. O objetivo era permitir estudos detalhados por astronautas, embora o projeto tenha enfrentado resistência política e restrições orçamentárias no Congresso americano posteriormente.

Autoridades espaciais continuam desenvolvendo tecnologias de monitoramento para identificar objetos escuros com antecedência suficiente. No entanto, especialistas reconhecem que asteroides com baixa refletividade ainda representam um desafio significativo para os sistemas atuais de detecção.

Partilhar. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Telegram WhatsApp E-mail

Continue lendo

Estados Unidos e União Soviética disputam liderança em marcos da corrida espacial

Ciência e tecnologia 17 Fevereiro 2026

Nasa avança no desenvolvimento de novo traje espacial para missões lunares

Ciência e tecnologia 17 Fevereiro 2026

Cemitério de indigentes é descoberto em terreno de antigo hospital na França

Ciência e tecnologia 17 Fevereiro 2026

Anitta se apresenta em São Paulo com figurino inspirado em Saturno

Ciência e tecnologia 17 Fevereiro 2026

Turnê de Emicida estabelece conexão com Teoria da Relatividade de Einstein

Ciência e tecnologia 16 Fevereiro 2026

Celebridades usam tapa-mamilo em desfiles de Carnaval

Ciência e tecnologia 16 Fevereiro 2026

Congresso abre investigações em múltiplas frentes sobre caso Master

Ciência e tecnologia 16 Fevereiro 2026

Eclipse solar anular será visível em regiões específicas do planeta

Ciência e tecnologia 16 Fevereiro 2026

Asteroide do tamanho de edifício de 15 andares pode colidir com a Lua em 2032

Ciência e tecnologia 16 Fevereiro 2026

Escolhas do Editor

White House Pressure and Vaccine Reviews: The Health Policy Story Getting Messy

White House Pressure and Vaccine Reviews: Scientists, Politics, and a Crisis of Trust

19 Fevereiro 2026
Who Really Pays Tariffs? The Answer Just Got People Threatening Punishment

Who Really Pays Tariffs? Economists Say One Thing—Washington Says Another

19 Fevereiro 2026
When Every Company Can Use the Same AI Models, Context Becomes the Real Weapon

When Every Company Can Use the Same AI Models, Context Becomes the Only Advantage That Matters

19 Fevereiro 2026
Medicare Advantage Enrollees Forced to Switch Plans: The Fine Print Strikes Again

Medicare Advantage Enrollees Forced to Switch Plans as Insurers Quietly Exit Markets

19 Fevereiro 2026

Popular

Medicare Advantage Enrollees Forced to Switch Plans: The Fine Print Strikes Again

Medicare Advantage Enrollees Forced to Switch Plans as Insurers Quietly Exit Markets

Nacional 19 Fevereiro 2026

It was an ordinary-looking envelope. White is seated on a kitchen table in rural Vermont,…

Booking Holdings Says AI Cut Customer Service Costs 10%—Workers Hear Something Else

Booking Holdings Says AI Cut Customer Service Costs 10%—Investors Cheer, Staff Brace

19 Fevereiro 2026

Redes sociais tornam-se espaço de pré-campanha eleitoral em Minas Gerais

18 Fevereiro 2026

Lula sanciona reajuste do Legislativo e veta benefícios que excedem teto constitucional

18 Fevereiro 2026
Facebook X (Twitter) Pinterest Instagram
2026 © iNotícia. Todos os direitos reservados.
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Contato

Escreva acima e prima Enter para pesquisar. Prima Esc para cancelar.

Iniciar Sessão ou Registar

Bem-vindo(a) de Volta!

Inicie sessão na sua conta abaixo.

Perdeu a palavra-passe?