Com relação à administração municipal de Itapagipe, você acha que as ações da oposição:
Ajudam
Atrapalham
Não faz diferença





falecom@openhaus.com.br



16/Fev/2017 - 19:33
Vereadores de Frutal afastados pela operação dèjá vú tomam posse

Caliton Cristiano / Jorna da Cidade

FRUTAL- Seis dos sete vereadores frutalenses denunciados por conluio para eleger a Mesa Diretora da Câmara, e que estavam impedidos de assumirem seus mandatos por decisão da justiça, foram empossados agora há pouco. A solenidade ocorreu no plenário do Legislativo e, a partir de agora, Ésio dos Santos, Edison Yamagami, Nene Finuh, Romero Menezes, Douglas Doyal e Joab de Paula Alves, podem desenvolver suas funções normalmente. O sétimo denunciado, vereador Ricardo Soares (Mazzarope), deve ser empossado nos próximos dias.

 

Todos tomaram posse por força de liminar (decisão provisória) conseguida junto ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais neste mês de fevereiro. Eles foram eleitos ou reeleitos para o cargo de vereador em outubro e estavam impedidos de serem empossados ou de, sequer, frequentarem a Câmara de vereadores, por decisão judicial da Comarca de Frutal.

 

Os acusados chegaram a ser presos em 16 de dezembro numa operação da Polícia Civil batizada de "Dèjá Vú" e respondem judicialmente pelos crimes de organização criminosa e corrupção passiva e ativa (caso de Joab e Esio).

 

Todos os sete deixaram a cadeia no dia 13 de janeiro para responderem ao processo em liberdade. No alvará de soltura, porém, o juiz determinou uma série de condições, entre elas, o impedimento de tomarem posse e exercerem o mandato de vereador.

 

A liminar junto ao TJMG devolvendo-lhes o direito à posse considerou que o juiz da Comarca frutalense "extrapolou" a legislação ao "cassar os direitos políticos" dos acusados. Para o desembargador, esse tipo de punição só caberia em caso de condenação final, sem direito a recurso.

Para ele, o fato de ser acusado não pode impedir o réu de tomar posse no cargo para o qual foi eleito pelo voto e pela vontade popular. As liminares, no entanto, não suspendem o processo e nem inocentam os acusados. Eles ainda serão julgados.

Com informações do Alô Frutal e do Blog do Portari